Metalúrgicos do ABC Metalúrgicos pararão nesta segunda feira

Metalúrgicos do ABC Metalúrgicos pararão nesta segunda do ABC fazem ato nesta segunda

Os Metalúrgicos do ABC ficarão parados na próxima segunda (19) em adesão ao Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência, convocado pela CUT e demais centrais sindicais. A mobilização foi aprovada pela categoria em assembleia realizada no último dia (7) em frente à sede do Sindicato. A intenção é atingir toda a base sindical, composta por 70 mil

Segundo o presidente da entidade, Wagner Santana, a orientação do Sindicato é para os trabalhadores não irem às fábricas na próxima segunda-feira. “Vamos mostrar a resistência da classe trabalhadora e impedir a aprovação dessa reforma que acaba com o direito de aposentadoria dos brasileiros”, afirmou o dirigente sindical. “Temos de dar o recado de que essa proposta não interessa aos trabalhadores e não pode ser feita por um governo sem nenhuma legitimidade. Não vamos permitir esse desmonte”, acrescentou. Sindicato dos Metalúrgicos do ABC vem fazendo atividades de resistência à reforma proposta pelo governo e de esclarecimento aos trabalhadores desde ao ano passado. Foram feitas passeatas, mobilizações nas fábricas, debates sobre o tema com especialistas, panfletagens, entre outras da região queixam de excesso de horas extras

Segundo a direção do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, trabalhadores de toda a região vêm denunciando o excesso de horas. Eles cobram do Sindicato que medidas sejam tomadas no sentido de evitar que essa sobrecarga de trabalho prejudique a saúde deles.

Segundo lembrou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Silvio Campos, diante de um novo cenário econômico, com perspectiva de retomada do crescimento, a tendência é aumentar, cada vez mais, o volume de trabalho, se fazendo necessário que as empresas iniciem a reposição dos postos de trabalho, aqueles que foram fechados em função da crise. Campos diz esperar que as empresas cumpram o compromisso assumido durante as negociações e priorizem a contratação daqueles dispensados no período de baixa produção.

Vale lembrar que, o banco de horas foi uma ferramenta que o Sindicato aceitou negociar por entender que o momento era delicado. Relatou que se trata de uma das ferramentas utilizadas no pacote de negociação para a manutenção dos empregos. De acordo com ele, a partir de agora, o Sindicato entende que nesse momento de alta, o banco de horas deixa de ter a sua necessidade de uso. “A não ser que seja uma ferramenta de flexibilização de horário e que atenda aos trabalhadores”, destacou o presidente.

De acordo com Silvio Campos, no caso da remuneração, o melhor é que não haja horas extras de trabalho para preservação da saúde dos trabalhadores. E que a empresas tenham um quadro de funcionários suficiente que não gere jornadas excessivas. ”Caso contrário, o melhor é que os trabalhadores recebam pelas horas realizadas, com suas bonificações”, Principais noticias do Brasil e do Mundo Você vê Aqui.

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