Notícia Gospel - TSE pretende limitar ações eclesiásticas!

No final do mês de junho de 2020 a corte do TSE passou a analisar um processo da vereadora Valdirene Tavares, de Luiziânia GO, acusada de usar sua posição de pastora em uma igreja local para angariar votos. 


O ministro Luiz Fachin, relator do caso, se posicionou contrário à cassação da vereadora por não haver provas suficientes… Porém na condição de relator, ele que também é ministro do STF expressou que a partir do próximo pleito a justiça eleitoral considere o abuso religioso motivo de cassação assim como o abuso econômico, e o abuso político.


“A imposição de limites às atividades eclesiásticas representa uma medida necessária à proteção da liberdade de voto e da própria legitimidade do processo eleitoral, dada a ascendência incorporada pelos expoentes das igrejas em setores específicos da comunidade”.


A frase acima, estampada no editorial da Gazeta do Povo de 05/07/2020 é a posição do ministro sobre o assunto. 


Nós da redação, como somos pessoas comuns, não somos SUPREMOS, divulgamos este posicionamento do ministro principalmente para que todos os cristãos que sejam alcançados por esta matéria orem ainda mais por nossas leis, nossa política, e pelas interpretações dos nossos supremos ministros.


Ao passo que incentivamos e parabenizamos pessoas de bem, cristãos, pais de família que tomam a iniciativa de tornar seus nomes públicos concorrendo a um pleito… Sempre dizemos que a política precisa de mais pessoas de bem e menos estelionatários de alto padrão… Vemos agora nossas frases sendo suprimidas pela direta preocupação do judiciário pelo fato de cristãos estarem em ascendência.


Felizmente o Sr ministro está equivocado, para alterar a Lei Complementar 64 de 1990, que trata das cassações de mandato, que cita apenas “abuso do poder econômico ou político.” … e, eventualmente acrescentar o abuso religioso, teria que alterar a constituição, e criar uma emenda constitucional, (outra vez felizmente), é um atributo específico do Senado, não do Judiciário.


Mesmo assim é cabível nosso pedido de atenção e oração, conforme temos presenciado a “expansão” progressiva da atuação do judiciário, agora volta-se contra a liberdade religiosa, pois a frase do ministro claramente tem a intenção de limitar as atividades eclesiásticas. 


A expressão estado laico, ou “laicidade”, deriva justamente desta discussão sob o limite imaginário entre estado e a religião, iniciado com Constantino na Roma antiga, e até onde imaginamos, aqui no Brasil finalizado na constituição brasileira que nos assegura direitos referentes.


A alegação do ministro Luiz Fachin além de inconstitucional é íngreme, até indigna de ser citada por alguém do supremo… Limitar a atuação Eclesiástica, por seus líderes exercer influência na sociedade... se aplicado no princípio da isonomia, levará a uma “inquisição” que deve abranger atletas, cantores, atores, professores, escritores, apresentadores, digitais influencers, não apenas padres, pastores, bispos e reverendos.


"Ministro Edson Fachin, do STF.| Foto: Arquivo STF"


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